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Paixão pelo Reino e Opção pelos pobres
Papa pede compromisso com
a pastoral vocacional da vida consagrada.
Esta “nunca poderá faltar nem morrer na Igreja”, diz a bispos brasileiros. Roma, 05/11/2010.
Segundo Bento
XVI, assim entendida, “a formação já não
é apenas um tempo pedagógico de preparação para os votos, mas representa um
modo teológico de pensar a própria vida
consagradas, que em si mesma é uma formação jamais terminada...”.
Encarnação e
Seguimento
A Expressão “de
olhos fixos em Jesus” no relato da apresentação de Jesus na sinagoga de Nazaré
(Lc 4,16-30,) mais do que uma constatação é uma provocação. Todos na sinagoga olhavam-no, atentos.(Cf.
V. 20), quando, “então, começou a dizer-lhes:” Hoje se cumpriu esta
passagem da Escritura que acabaste de ouvir”(V.21) E o que Ouviram? Hoje a VRC fascina os/as jovens pelo encanto, a
paixão pelo seguimento na sua Radicalidade, olhar atento para Jesus? As jovens que batem em nossas portas ao longo
processo formativo se apaixonam pelo
seguimento na sua radicalidade ?ou pelo
que fazemos? A missão decorre da paixão pelo Reino, pela consagração . Dito
isto, para onde estão direcionados
nossos olhares neste momento como VRC?
Mas, então, o
que a VRC tem a oferecer à Igreja e á sociedade? Apenas escolas de qualidade?
Paróquias bem organizadas? Trabalho social qualificado? Obras a serviço da
manutenção da estrutura eclesial e social?Missionários Ad gentes bem preparados? Obras Sociais que superem a incapacidade
dos poderes públicos? A VRC poderá oferecer muitas coisas úteis para a
sociedade. Mas, que significa levar a sociedade à mensagem do Reino tal como
ele é sem justificativas, ambigüidades em coerência com a proposta do
seguimento na Radicalidade. ? A VRC é convocada a seguir Jesus de Nazaré. A VRC é um DOM para se tornar visível. Mas que tipo de
visibilidade?
Olhar para Jesus
provoca, convoca, exige descer do
muro e fazer opção. A reação dos primeiros ouvintes foi surpreendente: “Ao
ouvirem estas palavras, na sinagoga, todos
ficaram furiosos”. Levantaram-se e o expulsaram da cidade [...] ( V. 28-29).
Mas, esse movimento livre e firme de Jesus torna-se um paradigma da VRC chamada
a ir atrás deste Jesus que teve sua
mensagem rejeitada, foi expulso da sinagoga com violência, mas “Prosseguiu seu caminho” (v. 30).
Aspectos fundamentais do seguimento
para a VRC:
* Com Jesus, o Reino de Deus entrou em ação (Mt
4,17)
Jesus dedicou sua vida em função do Reino consagrado pelo Pai no
Espírito. Não existe Jesus sem Reino. Evangelho
e Reino de Deus coincidem (Mt 4,23; 9,35; Lc 8,1) A pessoa de Jesus, as
obras, as palavras, o estilo de vida, sua postura traduzem o Evangelho do
Reino. Ele não fala de Deus em si, mas da sua relação com a humanidade. Reino e vida estão vinculados por uma mesma
paixão. Jesus um apaixonado pelo Reino e pela vida. O Reino é uma realidade
dinâmica, relacional, uma ação. O final do relato de Lucas é ilustrativo: A
realidade do Reino provoca entusiasmo em alguns e rejeição total em outros. (Cf.
v. 28-30) È Boa-Notícia para uns e ameaçapara outros. A paixão pelo Reino nos
remete ao Mistério Pascal. È uma paixão
com lucidez. Jesus vai até o fim
e não deixa dúvidas de mostrar de que lado Deus está.
* “[...] Ele me ungiu, para anunciar a Boa-Nova aos pobres
[...]” (Lc 4,18).
No anúncio do programa de Jesus na sinagoga, o Reino de Deus e os pobres aparecem como duas realidades
vinculantes, pois deles é o Reino (Mt 5, 1-12;
Mc 10,21-25; Lc 6,20). Deus é o Deus do Reino e é o Deus que, ao
estabelecer o Reino, porá fim aos sofrimentos dos pobres e á falsa satisfação
dos ricos. O Reino inspira uma nova orientação para os rumos da história.
Tudo passa a ser reinterpretado e vivido á luz do Reino, em que a práxis se rege
pelo que o pobre reclama, pelo clamor dos aflitos. Se é certo que a mensagem do Reino é central no evangelho,
também é certa a centralidade do confronto: Reino, opção pelos pobres e
conflito estão inter-relacionados.
* “O Espírito do Senhor está sobre mim, pois ele me
ungiu” (Lc 4,18).
Ao entregar sua vida em função do
Reino consagrado pelo Pai no espírito, Jesus interpreta suas ações a favor
dos pobres como atuação do Espírito de Deus que mostra a irrupção do Reino na
história. A Paixão pelo Reino é caminhada
e é graça. Sem este espírito que vem do Pai e do Filho não há como manter a
paixão pelo Reino e a fidelidade á convocação de Jesus. Prática sem Espírito nos
acovarda, esvazia o sentido pleno do Evangelho, confunde as decisões, obscurece
os objetivos. Por outro lado, Espírito sem prática do Reino gera uma vida
consagrada sem paixão, sem compromisso, e distante do ideal evangélico. È o
Espírito que dinamiza a vida cristã. (Gl 5,25) Jesus revela de forma plena o Reinocentrismo do Pai.
* É preciso manter
os olhos fixos em Jesus.

Deixar os pobres em segundo plano empobrece profundamente a VRC. Como a
VRC participa das lutas dos pobres? Até que ponto a formação leva as nossas
jovens a esse compromisso com a causa do Pobre? Deus os toma em sua defesa e os
ama. Na verdade não existe autêntica VRC
deixando os pobres em segundo plano. Afinal, quem são os pobres para a VRC
hoje? A que tipo de coisas a VRC está resignada e o que a torna inofensiva aos
poderes vigentes? Para onde estão direcionadas suas principais forças
intelectuais, sociais, econômicas? Diante desta civilização da riqueza e do
individualismo, a VRC aposta numa civilização da austeridade, da simplicidade?
É fundamental que a VRC mantenha o foco naquilo que realmente importa,
para que as energias não sejam desperdiçadas em investimentos estranhos ao
evangelho, em práticas opostas á sua natureza profética, e que, portanto, não
são Evangelho, Boa Notícia para os pobres. Tal Radicalidade se manifesta na
exigência de não olhar para trás (cf. Lc 9,62), rompendo com a
lógica caduca e irracional que orienta os poderes deste mundo. Para isso é preciso ter convicção firme e fé
inabalável no Reino. Caso contrário, a VRC continuará patinando em
declarações de intenções que não representa avanços no compromisso com os
pobres, e o de “olhos fixos em Jesus” será um lema a mais para os arquivos. Desviar o olhar do Reino tal como proclamado
por Jesus teria como conseqüência não só a instalação definitiva do estilo
light (Medíocre?) no seio da VRC, como também a perda de sua identidade
originária, dado que a mesma tem por regra suprema o seguimento de Jesus Cristo
proposto no Evangelho. Se a VRC se entende a partir do seguimento de Jesus
focado no Evangelho do Reino, aquilo que prejudica, desvia ou perturba a fidelidade ao Reino e o amor aos pobres não deveria ser
relativizado ou mesmo descartado?
E por último, Jesus pôs em movimento uma prática diferente porque era
diferente. A prática de Jesus deveria
impactar diretamente na VRC: As relações, a organização comunitária, as opções
apostólicas etc. Qual é o Diferencial que a VRC é convocada a manifestar ao
mundo hoje? Ser fiel é ser diferente e fazer diferente hoje como Jesus fez no
seu tempo. Assim, o cartão de apresentação da VRC poderá se assemelhar um
pouquinho mais ao de Jesus.
NOSSOS SANTOS
Os santos vivem o sonho de Deus a
respeito de toda a humanidade. Fomos criados para ser santos, imaculados,
irrepreensíveis no amor. Nos santos a graça é vitoriosa e o pecado é derrotado.
Neles acontece a vivência do evangelho. Eles são o evangelho vivo. Santidade é
seguimento de Jesus.
Os santos não
gostam de falar de si mesmos. Eles estão focados e envolvidos por Deus, pela
graça. Colocam Deus e os irmãos em primeiro lugar. Todos os santos vivem o
primeiro mandamento. Eles foram divinizados, purificados, transformados,
santificados pela graça.
O foco, o
centro, o núcleo da vida dos santos é a experiência de Deus, a adoração, a
mística e a fé inabalável. Eles nos arrastam para Deus. Tudo o que admiramos
nos santos é fruto da graça divina, é vitória da fé. Nenhum santo atrai as
pessoas para si, mas, para o amor de Deus.
Antes de tudo, os santos sentem-se
pecadores e fazem penitências, sacrifícios, reparações pelos seus pecados. Eles
não se colocam acima dos outros. Pelo contrário, os santos manifestam grande
compreensão, misericórdia e bondade para com os pecadores. Eles abominam o
pecado e abraçam o pecador.
Os santos são admiráveis no amor
fraterno. Eles sabem perdoar, compreender, ajudar, promover e servir os outros.
Os pobres, os pequenos, os sofredores, são seus prediletos. Amam o próximo de
todo coração, com gestos concretos e em verdade. Eles vivem a fraternidade em
profundidade.
Na verdade os santos movem o mundo.
Eles fascinam os povos e nações porque fazem e realizam o que todos nós
sonhamos e desejamos ser e fazer. Eles alcançam aquele ideal que nós
gostaríamos de alcançar. Os santos são muito humanos, sua santificação e
santidade os transformam em pessoas de bom coração, solidariedade, paciência,
compaixão.
Nossa primeira atitude diante dos
santos é aprender com eles a amar a Deus e o próximo, segui-los no caminho da
fé, da conversão, do sacrifício e da verdadeira alegria. Antes de pedirmos sua
proteção e ajuda, precisamos imitá-los e alcançar a nossa santificação. Como
nós devemos ser? Os santos mostram o caminho e os meios.
Os santos comprovam que a oração, a
Palavra de Deus, os sacramentos especialmente a Eucaristia, Maria e a cruz são
grandes meios de santificação. Para eles as provações e as humilhações são graças,
bênçãos e favores divinos. Fazem a experiência do seu nada,esvaziam-se de si
mesmos e se tornam repletos da graça de Deus.
Os santos são exigentes consigo e
compreensivos com os outros. São testemunhas de grandes sofrimentos e grandes
alegrias. Eles têm os pés na terra, o coração nos irmãos e os olhos fitos no
céu. O santo vive de esperança e confia na glória da vida eterna. O céu e a esperança
na visão de Deus são o segredo de sua vida.
Possa os santos atrair-nos para
Cristo Jesus, animar-nos no caminho do evangelho, ajudar-nos a servir os irmãos
de todo coração.
Todos os santos e santas, rogai por
nós. A maior tristeza que nos invade e a de não sermos santos, mas, nossa maior
alegria e a santidade.
Os santos refletem a beleza de Deus
e alcançam o ideal do verdadeiro humanismo. Quanto mais santo é alguém, tanto
mais humano. Quem deseja ser melhor do que é e para isso se esforça, está no
caminho da santidade. Ser santo não é ser perfeito, mas, lutar constantemente
contra o mal e incansavelmente recomeçar. Os santos são rígidos consigo mesmos
e contra o pecado, mas, profundamente misericordiosos com os pecadores. Tão
próxima de nós está à santidade a tal ponto que o fogão, a vassoura, o bisturi,
o trator, o volante são altares de santificação. Louvemos a Deus santo e amemos
a Igreja santa cujo pecado nunca a destruirá. Quanta alegria na santidade.
Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina
Juventude em marcha, contra a violência
Quando falamos
sobre a juventude, em um contexto eclesial nos deparamos com uma realidade
desafiadora e complexa. Os bispos reunidos com o Papa Bento XVI na V
Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe em Aparecida em
maio de 2007, destacaram a importante contribuição que o jovem oferece a Igreja
e a sociedade pela sua sensibilidade e generosidade. Mas também não esconderam
por sua vez a preocupação da Igreja com inumeráveis jovens de nosso continente
que passam por situações que os afetam profundamente: a pobreza, educação de
baixa qualidade, suicídio, globalização entre outros. Tornando-os presas fáceis
diante de tantas propostas religiosas. (DA 444 – 445).
Por isso é queremos celebrar o Dia Nacional da Juventude,
recordando-nos de tantos jovens que marcaram a caminhada da PJ na Diocese de
Umuarama e no Brasil. Jovens que nutriram e nutrem o sonho de uma sociedade
mais justa e fraterna. Jovens que não se esqueceram que nosso Deus é o Deus da
vida e por isso carregam consigo a bandeira da paz e no olhar a esperança de
dias melhores. Que no dia 24 possamos em uma única voz gritar aos quatro cantos
do universo, CHEGA DE VIOLÊNCIA E EXTERMÍNIO DE JUVENTUDE! Celebremos a vida.
Deixo aqui meu carinho e admiração a toda juventude
que luta e sonha e que não perde mesmo em meio de tantas situações de morte a
alegria de celebrar nosso dia.Encerro recordando o belíssimo canto de Jorge
Trevisol: "O rosto de Deus é jovem também. E o sonho mais lindo é ele quem
tem. Deus não envelhece, tampouco morreu. Continua vivo no povo que é seu. Se a
juventude viesse a faltar o rosto de Deus iria mudar”.
Irmã Daiane Pereira-Irmãs de
Cristo Pastor.
De Olhos fixos em Jesus (Hb 12, 1-4).
Avance! Com olhos fixos em Jesus...

Irmã Maria Vieira Feitoza.
Encontro Intercongregacional em Floristópolis (PR)

Logo em seguida nos dirigimos a um
recanto para nos confraternizarmos, tivemos almoço e varias brincadeiras, bem
como um concurso de dança para os formandos com premiações. Ficamos muito
satisfeitos com a organização do encontro.
Com
isso convido você jovem para escutar esse chamado de Deus em suas vidas e fazer
essa experiência de Jesus, e deixar que essa semente chamada VOCAÇÃO floresça
em sua vida, e futuramente de muitos frutos.
Aspirante Josiane Apª Camani
Homenagem das (os) Lideres, coordenadoras (os), equipe de apoio, brinquedistas, da Pastoral da Criança a Irmã Clarice.
Querida
Irmã Clarice Nossa Gratidão!
Ir Clarice, o tempo não
corre, nem passa inutilmente sobre nossos sentidos; antes, causa em nossos
espíritos, eleitos maravilhosos. Com essas sábias palavras de São tomas de
Aquino, queremos te dizer, que nesse quatro anos que estivera a frente da
Pastoral da Criança foram extremamente produtivos, não sentimos passar o tempo
e que os efeitos da sua presença, amiga, carismática, mística, ousada e acima
de tudo convicta foram capazes de produzirem muitos frutos e enriquecer muitas
vidas, de crianças, gestantes, famílias e especialmente a nossa “família Pastoral da Criança”, pois sempre
acreditou em nosso potencial. Com seu sorriso sincero e encantador sempre nos
convocava a avançar para águas mais profundas, para promover a vida e a
dificuldades encontras para você tinham sinônimo de desafios a ser enfrentados.
Assim tinha o poder de arrancar de nós as qualidades, virtudes, porque sempre
demonstrou que seu limites, os nosso limites não nos impediam de trabalhar para
implantação do direito, da justiça, da igualdade na defesa da vida, enfim do
Reino tão sonhado por Deus. Tu deves ter encontrado na vida Religiosa coisas
que te cativaram e te engrandeceram a alma, ao ponto de alcançar o sentido mais
profunda da nossa existência... passar pela vida fazendo o bem!
Seu jeito de amar tudo que fazia,
a ponto de renunciar a tantos apelos do mundo lá fora, a habilidade de conviver
com divergências de opiniões ou de interesses, fizeram de ti uma pessoa
especial, amada e respeitada por que tiveram a oportunidade de conviver com
você, por que foste capaz de testemunhar que o “diferente não divide apenas
soma” e que as pequenas coisas, vitórias têm um valor incalculável.
Ensinou-nos a não julgar, a
vencer nossos preconceitos no acompanhamento das famílias e criar um relação de igualdade e respeito e
sempre acreditar que as mesmas poderiam
ser protagonistas das suas
próprias vidas. “Sempre dizia “ não podemos tutelar as pessoas” fazer que se
torne dependentes de nós. Se não for para que tenham mais vida, de nada serve
nossa doação!
Deus com certeza, sempre concedeu
ao seu coração a capacidade e a sensibilidade, de perceber os sofrimentos das
pessoas e ao mesmo tempo a coragem de não ficar indiferente diante de esquemas
e projetos que tiram a vida principalmente das pessoas mais fragilizadas, pois
sempre demonstrou acreditar que “precisamos ir onde ninguém mais vai...
precisamos acreditar naqueles, que ninguém mais acredita... isto é lutar para
que todos tenham vida”!
Esta é a homenagem das (os) Lideres,
coordenadoras (os), equipe de apoio, brinquedistas, a você querida Irmã, amiga,
Religiosa... Sempre fará parte das nossas vidas e terás sempre nossa eterna gratidão!
MISSÃO E PARTILHA
IRMÃS DE CRISTO PASTOR PARTILHAM A VIDA NA DIOCESE-IRMÃ DE UMUARAMA-Pr. HUMAITÁ - AM
*Irmã Dirce Gomes da Silva (ICP)
Estamos no mês de Outubro, no qual
todos os anos a Igreja nos motiva para nossa responsabilidade batismal; a vocação
missionária, cujo fim é despertar os batizados, para tornar-s-e cada vez mais discípulos
Missionários de Jesus Cristo, para que Nele todos os povos tenham vida e vida
em abundância. (cf.Jo,10) e ainda como nos diz o Apóstolos: “Ai de mim se não
anunciar o Evangelho.” (cf.1 Cor 9,16). Para melhor vivenciarmos o aspecto próprio desse mês
que é a Missão, a Igreja, nós propõe, para cada ano, uma Campanha Missionária
com temas e lemas relacionados a Campanha
da Fraternidade. Assim, para esse ano o tema será: Missão e Partilha com o
Lema: Ouvi o clamor de meu povo. Sendo assim, queremos partilhar com você, a bonita experiência
que nós: Clarice Monteiro Anjos e Dirce
Gomes da Silva realizamos nas terras do sul da Amazônia na Diocese de Humaitá,
Igreja-Irmã da Diocese de Umuarama-Pr.
Juntamente com 12 leigos e um Padre, nos dias 01 de
agosto a 23 de agosto 2010 viajamos até
a Diocese Irmá-Humaitá -AM. Com o objetivo de Conhecer sua a realidade como
também partilhar a vida e experiências da Diocese Irmã Umuarama. A visita teve
seu inicio no dia primeiro com a celebração da Eucaristia presidida pelo Bispo
Diocesano Dom Francisco e a seguir recepções com janta e descanso no Hotel
Sumaúma da cidade. O dia seguinte iniciou com um encontro de partilha com
presença do Bispo, padres, Diáconos e religiosas. Na qual foi possível sentir
as alegrias e as angústias de uma Igreja em Missão. Na terça dia 3
de madrugada tomamos o ônibus com destino a Apuí, seguindo pela Transamazônica
em torno de 400 Km.
Conosco viajava o Pe. Edivaldo da Diocese de Umuarama missionário nesta
Paróquia. Contemplando e admirando a
belas florestas e rios já sofridos pela falta de água como também sofremos, pela grande poeira
trazendo-nos até mesmo algumas complicações respiratórias. Mas lá chegamos e
nos alegramos pela maravilhosa acolhida dos seminaristas de nossa Diocese e da
comunidade local. Partihando a vida, tanto em momentos de reunião, celebrando e
vivenciando a vida do povo foi sentimos
a maravilhosa obra de Deus realizada pela presença dos missionários (as) que
ali passaram, tanto em Apuí como em
Sucunduri.

No retorno tomamos o barco e de madrugada chegamos a
Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora do Uruapiara. Ali residem os Padres
Franciscanos missionários de Ponta Grossa –Pr. A acolhida de madrugada pelos
Freis e durante o todo tempo que ali permanecemos nos encheu de muita alegria.
Almoço oferecido por membros da comunidade, as caminhadas pelas trilhas,
caminho esse, que fazem os padres para celebrar a Eucaristia.
Novamente de madrugada nos deslocamos até ao Porto
para esperamos o momento em que o barco irá passar para assim prosseguirmos
viajar para Humaitá. Mas, em fim, chegamos de volta a Humaitá, para mais
visitas as comunidades e projetos sociais, visita ao presídio, programas de
rádios e momentos de formação missionários para leigos.
E assim,
encerramos a visita na casa episcopal com mais um momento de: troca de
experiência, confraternização, oração juntamente com o Sr. Bispo padres,
religiosas e leigos e concluirmos a visita numa Igreja muito viva, vibrante e
comprometida com o evangelho, com seu povo suas culturas e a natureza, tendo
por destaque, o compromisso social através de diversos projetos sociais
favorecendo a vida. Com essas experiências, efetivamente queremos
desenvolver cada vez mais a consciência do chamado a anunciar o Evangelho em
nossas comunidades locais mais também abrirmos sempre mais a cooperação
Missionária entre todas as Igrejas
MUITA REZA, MUITA LUTA, MUITA FESTA!

Render graças, procurar a
reconciliação é parte integrante do jubileu.Reconhecer Deus caminhante e presente
na história é se colocar, em favor dos menos favorecidos, é lutar para que os
que estão à margem encontrem também seu lugar no mundo. Foi e continua sendo o
desejo e a luta da juventude.
A palavra nos convida a essa
meditação que o livro de (Dt. 15,7 -8) “Abra a mão em favor do seu irmão, do
seu pobre na terra onde você está!” Abrir-se a vontade de Deus, consiste, em
estar disposto para lutar, para que todos vivam com dignidade na sua realidade.
A juventude traz dentro de si força garra, vontade de realizar mudanças e
construir uma sociedade melhor.

Que o grito juvenil deste momento nos
leve ao compromisso maior com a vida de todos. Que o extermínio e a violência
tenham um basta. Que o olhar da juventude se volte para as belezas de sua
realidade, seus sonhos e que possa transparecer a paz e vida e a dignidade que
Cristo resgatou na sua entrega na cruz morte e ressurreição. E que a vida
aconteça no olhar da juventude que num só grito deseja mudar a história dizendo
ao mundo: “Chega de violência e extermínio da juventude”. Pe. Gisley Queremos a
todos os jovens direitos iguais e dignidade onde a vida possa prevalecer e
manifestar com toda a sua alegria de ser.
Ir. Flávia Juliana Caobianco
Irmãs de Cristo Pastor
“DISCIPULOS E MISSIONÁRIOS DE JESUS CRISTO”


Irmã Daiane
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A LEITURA ORANTE DA BÍBLIA
Conforme
apresenta o Documento de Aparecida, “a Leitura orante, bem praticada, conduz ao
encontro com Jesus-Mestre, ao conhecimento do mistério de Jesus-Messias, à
comunhão com Jesus-Filho de Deus e ao testemunho de Jesus-Senhor do Universo”
(DA 249). Portanto, a meditação da Palavra deve nos levar a conhecer melhor
Jesus, para poder amá-lo, segui-lo e anunciá-lo.
A partir
daí entendemos que o comprometimento com a evangelização perpassa pela
experiência de Deus mediante o contato sistemático com a Palavra.
Através
da experiência pessoal e comunitária de escuta e de obediência à Palavra, somos
capazes de deixar-nos envolver pelo plano amoroso e libertador de Deus.
O
Concilio Vaticano II no Decreto Apostolicam Actuositatem já dizia que “só pela
luz da fé e meditação da Palavra de Deus, pode alguém reconhecer sempre e em
toda parte a Deus no qual “vivemos, nos movemos e existimos” (At. 17,28),
procurar em todas as circunstâncias a Sua vontade, ver Cristo em todos os
homens [...]” (AA 4).
Toda
leitura orante da Palavra tende a nos conduzir à oração. Orar é, em primeiro
lugar, um relacionamento amoroso e gratuito com Deus. A autêntica oração é
sempre união e intimidade com o Deus Criador. E os frutos desta oração se
manifestam ao longo da vida. A oração nos traz de novo a sensibilidade humana,
muitas vezes, esquecida em nosso cotidiano. Quem ora se compromete, quem ora
entende a dor e o sofrimento do outro. É impossível rezar e ficar de braços
cruzados, sem perceber o sofrimento de tantos irmãos sofredores. A oração
conduz a um apostolado fecundo.
A
leitura da Palavra de Deus só tem sentido na medida em que nos leva ao encontro
com Cristo, aprofunda nossa união com Ele, e nos leva a retratar em nossa vida
a sua palavra e as suas atitudes, para que nós sejamos cada dia mais discípulos
e missionários dele no mundo de hoje. Esse é o verdadeiro sentido da leitura
orante da Palavra de Deus.
Ir. Ana Brito – Irmãs de Cristo Pastor
O QUE ERA ANTIGO PASSOU, EIS QUE TUDO SE RENOVA
Dia oito de setembro, a Igreja
celebra a Festa da Natividade de Nossa Senhora, Maria nasce imaculada e pura
para merecer ter em seu seio o próprio Deus Encarnado, Jesus Cristo, salvação
da humanidade que veio da humilde serva do Senhor. E nós Irmãs de Cristo Pastor
juntamente com a festa Natividade de Nossa Senhora celebramos o dia Nossa
Senhora Pastora. Como lemos no sermão de Santo
André de Creta:
“Convinha
que a esplendorosa e surpreendente vinda de Deus aos homens fosse precedida por
uma alegria especial que nos preparasse para o dom grandioso e admirável da
salvação. Este é o significado da festa que hoje celebramos, porque o
nascimento da Mãe de Deus é o princípio desses bens prometidos, princípio que
terá o seu termo e conclusão na predestinada união do Verbo com a carne. Hoje
nasce a Virgem Maria; será amamentada e crescerá, preparando se deste modo para
ser a Mãe de Deus, Rei de todos os séculos. Esta é uma solenidade de confins
entre o Antigo e o Novo Testamento: a verdade substitui os símbolos e as
figuras, e a nova aliança substitui a antiga.Cantem e exultem todas as
criaturas e participem condignamente na alegria deste dia. Juntem se nesta
celebração festiva os céus e a terra, tudo o que há no mundo e acima do mundo.
Porque hoje é o dia em que o Criador do universo edificou o seu templo; hoje é
o dia em que a criatura prepara uma nova e digna morada para o seu Criador”.
Dos
Sermões de Santo André de Creta, bispo
(Sermão 1: PG 97, 806-810-Sec. VIII)
.Celebrando a festa da Natividade
de Nossa Senhora, somos convidados a
contemplar Maria, imitando as suas sublimes virtudes, como modelo de fé e de
amor a Cristo e aos irmãos.
Peçamos a Deus que nos eduque na
escola de Maria para que a seu exemplo sejamos testemunhas da Palavra na
simplicidade e disponibilidade.
Conserva-nos
sempre no teu regaço Mãe de amor eterno! E ensina-nos a ser mais como Tu, a
entregarmo-nos totalmente ao amor, a Deus...
Graças
te dou Maria, Mãe, Amiga, Confidente!
Nossa Senhora Pastora,
Rogai por nós!
Dia 08 de Setembro dia de Nossa Senhora Pastora
Oração a Nossa Senhora Pastora
Nossa Senhora Pastora, Maria, Mãe amada de Jesus Cristo, o Bom Pastor. Seu exemplo nos motiva a segui-Lo, buscando realizar sua Vontade.Ensina-nos ó Maria, a sermos sensíveis e perceptíveis às necessidades do Povo, em tudo orientando-os, para que cresçam no conhecimento e na intimidade a Jesus Cristo, por meio da Palavra de Deus e da Oração.Olhai para nós, vossas filhas e filhos com compaixão e ternura maternal. Intercedei ó Maria Pastora, para que sigamos sempre os passos de Jesus, o Bom Pastor, atentos a Sua voz, que nos chama e nos envia a manifestar seu amor a toda a humanidade.Rogue ao Filho que suscite vocações para a Pia União das Irmãs de Cristo Pastor e para a Igreja. Que dê perseverança, fidelidade e santidade às Irmãs. Intercedei ó Mãe por nossos familiares, amigos e bem-feitores.
Amém.
Ir. Solange
das Graças Martinez Saraceni, ICP
LEITURA ORANTE
DADOS HISTÓRICOS E METODOLÓGICOS
1. TERMINOLOGIA:
A
expressão Leitura Orante (Lectio Divina), significa: leitura divina, leitura
orante, leitura lenta e atenta da Palavra de Deus. É uma maneira orante de
fazer a Leitura da Bíblia, dialogando com Deus a partir de sua Palavra. A Leitura Orante da Bíblia para ser
bem feita, exige atenção, disciplina, assiduidade, humildade, gratuidade e
prontidão para acatar os ensinamentos divinos. E ainda, atenção ao método
proposto (leitura, meditação, oração e contemplação).
A
Leitura Orante não é estudo e nem experiência extraordinária. É um modo orante
de ler a Bíblia, para “escutar o
que Deus tem a lhe dizer, conhecer a sua vontade e viver
melhor o evangelho de Jesus
Cristo”.(Frei Carlos Mesters).
É
colocar-se a disposição de Deus: “Fala
Senhor que teu servo escuta”. (1 Sm 3,10).“Faça-se em mim segundo a tua Palavra”. (Lc1,38).
1.1
CONHECENDO A HISTÓRIA
O Novo Testamento relata a relação profunda de Jesus
com as Sagradas Escrituras, a tal ponto de assumir a Palavra de Deus em sua
vida e missão. Para ele a Palavra tem que ser atualizada no hoje da história
(Sl 21 (22); Lc 4,16-30; 24,13-35; At 8,26-40). A Igreja primitiva, a exemplo
de Jesus, continuou a rezar e a praticar a Palavra, e ainda, pela ação do
Espírito Santo, foi capaz de interpretá-la e reescrevê-la a partir de Jesus Cristo;
a Palavra Encarnada, (Jo 1,14), Nele
se cumpre toda a escritura (Lc 4, 20).
Os Santos Padres, dentre eles se destaca Orígenes,
assumiram a prática da Igreja primitiva, de fazer uma Leitura Orante da
Palavra, e assim, difundiram aos fiéis. Para eles “a Leitura Divina supõe
escuta e resposta”. Outro grupo importante pela prática da Leitura Orante são
os monges. Eram assíduos na meditação, vivendo na intimidade com Deus por meio
da Palavra.
Infelizmente, ouve um período, a partir do século
VIII, em que o povo não teve mais acesso mais Palavra, passando a conhecê-la
quase que unicamente por meio da História Sagrada e das pinturas dos vitrais
das Igrejas. Entretanto, a Bíblia continuava sendo lida e meditada nos
monteiros. Entretanto, a Leitura Orante,
como é conhecida hoje, com seus quatro passos: leitura, meditação, oração e
contemplação, foi sistematizada no século XII, por um monge Cartuxo, chamado
Guido II da ordem cisterciense.
Lamentavelmente,
na Idade Moderna, aconteceu outra crise de ruptura com a Bíblia, tudo passa a
ser interpretado à luz da razão, ou de modo oposto, no fundamentalismo e
sentimentalismo. Porém, Deus que jamais abandona o seu Povo, por meio de seu
Espírito Santo, mobilizou a Igreja através do Vaticano II para que retornasse as
Sagradas Escrituras (DV21-26). Daí pra cá, a Igreja tem conclamado os fieis
para se aproximarem mais da Bíblia, conforme recomendou a Conferência de
Aparecida: “entre as muitas formas de se aproximar da Sagrada Escritura, existe
uma privilegiada à qual somos convidados: a Lectio Divina ou exercício da
leitura orante da Sagrada Escritura. Essa leitura bem praticada conduz ao
encontro de Jesus Mestre” (DA 249). Também o Sínodo da Palavra lembra aos fiéis
a importância de desenvolverem uma intima relação com a Palavra. Cada Igreja
particular tem se empenhado em realizar atividades que concretizem esse
projeto, como tem feito a Arquidiocese de Londrina, que vem estimulado muito a
Leitura Orante da Palavra, através da oração pessoal e comunitária, também, por
meio de retiros, encontros de capacitação da Leitura Orante, reuniões dos
Grupos Bíblicos de Reflexão, Escolas Bíblicas e Teológicas.
1.2 Os quatro
passos da Leitura Orante segundo Guigo II
A leitura oferece o material para a meditação. A assimilação da meditação leva a
oração e a oração provoca a contemplação, segundo a qual, o fiel passa a ver o
mundo com os olhos de Deus, ou seja, se compromete, tornando-se discípulo
missionário.
Leitura
(Lectio): É o primeiro degrau da
escada. Ela se propõe a responder a seguinte questão: O que o texto diz em si? É um processo lento, onde o leitor
precisar ler várias vezes o texto, até se familiarizar com a Palavra, sendo
capaz de contar espontaneamente o texto lido. Nesse passo, recomenda-se que se
observe as palavras chaves, os verbos, as palavras repetidas, podendo grifar a
expressão que mais chamou a atenção. Ao ler o texto sagrado não se pode
desconsiderar o contexto em que foi escrito. Faz-se necessária uma leitura
atenta e lenta para não manipular o texto, considerando os três níveis:
literário, histórico e teológico.
“No
nível literário vai-se analisar o
texto, descobrindo a sua relação com o contexto literário. Algumas perguntas
podem ajudar como: Quem? O que? Por quê? Quando? Como? Com que meios? Como o
texto se situa dentro do contexto literário do livro de que faz parte? No nível histórico vai-se buscar conhecer
o contexto nos aspectos: político, social, econômico, ideológico, afetivo,
antropológico e outras. Procura-se descobrir quais os conflitos que estão por
traz do texto ou nele se refletem para, assim, perceber melhor a encarnação da
Palavra de Deus na realidade conflitava humana, tanto do povo do Bíblia como
nossa. No nível teológico vamos
procurar saber o que Deus tinha a revelar naquele tempo e como o povo
respondia, assumia e celebrava a Deus. Busca-se o sentido de cada palavra.
Aconselha-se a usar alguns recursos como: comentários, notas de rodapé,
dicionário”... Depois de se ter obtido todas essas informações, quando se sente
interrogado pela Palavra, então chegou o momento de se passar para o segundo passo.
Meditação (Meditatio): É o segundo degrau da escada orante, o momento de
atualizar a Palavra. A Leitura Orante, é como um espelho, que reflete o passado
no presente, no chão concreto do dia-a-dia. A meditação busca uma resposta
iluminadora para a vida a partir do próprio texto sagrado. “O que o texto me (nos) diz hoje”? Propõe-se uma reflexão profunda, e interpeladora
como fez Maria (Lc 2,19. 51). A Palavra faz uma conexão entre o texto e a vida,
entre nós e Deus. Algumas perguntas
podem ajudar como: “Qual é para mim a idéia e o valor fundamental do texto
lido? Por que é importante? O que me sugere e como me questiona? Com qual
personagem me identifico? Que sentimentos e atitudes me transmitem? Como posso,
com esses pensamentos, iluminar minha vida? Trata-se de deixar que a Palavra
penetre profundamente na intimidade do meu coração, e depois mobilizar todas as
energias para confrontar-se, ir dentro da Palavra e converter-se a ela. A
meditação indica o esforço que se faz para atualizar o texto e trazê-lo para
dentro do horizonte da vida e realidade, tanto pessoal como social”. Outro modo
de meditar é “ruminar” a Palavra, repetindo várias vezes o versículo que mais
chamou a atenção, saboreando-a até que ela ilumine a missão (Ez 3,1-3). A
meditação nos ajuda a compreender, pela ação do Espírito Santo, o próprio Deus
(2 Tm 3,16), e a entender o sentido pleno da Palavra (Jo 16,13). Quando a
Palavra provoca desejo de falar com Deus, então chegou o momento de subir mais
um degrau.
Contemplação
(contemplatio): É o último degrau da escada. Para a
tradição da Leitura Orante, a contemplação é o ápice, o ponto alto do método, é
o resultado da assimilação da Palavra de Deus no coração humano. Leva a dar uma
resposta a Deus assumindo compromissos de acordo com a Palavra: “O que o texto me (nos) leva a viver”? A contemplação é o resultado dos três primeiros
passos, é como a seiva de uma planta, é a doçura, o sabor, o que restou da
leitura, meditação e oração. É a hora de fixar o olhar em Deus (Sl 25,15a),
deixando-se abraçar por Ele (Lc 15,20). A contemplação não requer palavras, mas
um silêncio contemplativo. Ela convida a conversão, ao compromisso, ela leva a
ação.
Ir. Solange
das Graças Martinez Saraceni, ICP
REFERÊNCIA:
BIANCO, Enzo. Lectio Divina: encontra Deus na sua
Palavra. São Paulo: Salesiana2009;
CONFERÊNCIA DOS RELIGIOSOS
DO BRASIL. A Leitura Orante da Bíblia.
São Paulo: Loyola, 1990;
MESTRES, Carlos; BROLLO, Elda. Leitura Orante da Bíblia: São
Paulo: Paulinas, 2008 (Florder);
ZEVINI,Giorgio. A Leitura Orante da
Bíblia. São Paulo: Salesiana, 2006.
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